quarta-feira, 27 de março de 2019

Liniker e os Caramelows levam o repertório de Goela Abaixo para o palco!

março 27, 2019 0
Foto: Leila Penteado
Goela Abaixo é um disco de muitos CEPs. O segundo disco da carreira de Liniker e os Caramelows teve registros feitos em Portugal, na Alemanha, em São Paulo, Araquara, entre outros. Isso se deu devido à movimentada agenda de shows da banda. É como se o álbum fosse fruto da estrada. E é pra ela que o trabalho volta. No dia 30 de março (30/03), sábado, o grupo apresenta o novo show no Sesc Palladium, em Belo Horizonte. Os ingressos já estão à venda e podem ser encontrados aqui.
“É um som para respirar, para dançar espaçado e sentir para onde cada faixa leva”, diz a cantora e compositora Liniker Barros sobre Goela Abaixo, que tem produção assinada por Rafael Barone, baixista dos Caramelows.

No palco, os momentos intimistas do álbum são mantidos, a exemplo das músicas que são guiadas por piano: “Claridades”, “Initimidade” e “Amarela Paixão”. Ainda assim, a já conhecida explosão dos grooves do conjunto ao vivo se mantém.
Para a turnê de Goela Abaixo, também há novidades na formação da banda. Além de Liniker Barros (voz), Rafael Barone (baixo), Pericles Zuanon (bateria), William Zaharanszki (guitarra), Renata Éssis (backing vocal), Marja Lenski (percussão), Fernando TRZ (teclados) e Éder Araújo (saxofone), um trompetista e uma backing vocal somam ao time.
Na parte visual do novo show, o destaque vai para as projeções da VJ Laura do Lago.

Vamos nos ver?
Quando: Dia 30 de Março, às 21h00.
Onde: No Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 - Centro - Belo Horizonte)
Quanto: Os ingressos custam à partir de R$30,00, que podem ser comprados através do site ou presencialmente na bilheteria do Sesc Palladium.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A NAMORADA TEM NAMORADA. E UM FILHO TAMBÉM.

fevereiro 28, 2019 2
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Há pouco tempo li um texto do Jay-Z contando sobre a mãe dele ser uma mulher lésbica, durante toda a vida e, mesmo assim, escondeu isso dos filhos para que isso não lhes causasse dor. O cantor explicou que o medo da mãe não era de que seus filhos - boas pessoas e bem criadas, sem preconceitos - lhe maltratassem ou passassem a ver a mãe com indiferença, mas sim de que as pessoas tratassem seus filhos com ódio ao descobrir que ela, a mãe deles, era uma mulher que amava outras mulheres. Jay-Z seguiu dizendo que “no fundo sempre soube”, mas esperou que a mãe o dissesse por livre e espontânea vontade sobre a sua orientação/condição sexual.

Em 2015, o garoto Peterson Ricardo de Oliveira, de 14 anos, foi assassinado por colegas de escola após se envolver em uma briga.


O estopim da confusão foi, pasmem, o fato de o garoto ser filho de um casal homoafetivo. Peterson foi espancado e morreu após quinze dias internado em estado grave.

Jay-Z passou sua infância e adolescência entre os anos 1970 e 1980 no Brooklyn, Nova York, em épocas e locais diferentes, mas, mais de trinta anos depois, é possível encontrar notícias recentes que justifiquem o medo de Gloria Carter até hoje. Então, como lidar quando a namorada tem, além de uma namorada, um filho?

A maternidade já é - sem precisar de agravantes - complicada e delicada de levar. A tarefa de criar um ser humano é muito maior e mais exaustiva do que se pode imaginar. E falando em condições de família tradicional brasileira - como querem nos fazer crer os tradicionais - já é difícil criar um ser humano isento de “traumas”, imagina então quando a família dessa criança foge ao papel social heteronormativo e padrão esperado? Bicho, que trampo! E infelizmente não existe um manual pronto de como lidar com os outros, quando a namorada é namorada da namorada e mãe… Ufa!
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A conversa deveria ser a base de todas as famílias, o diálogo franco e aberto pode ajudar - e muito - que as crianças elaborem e consigam lidar com um possível preconceito vindo de fora. A probabilidade de que o preconceito exista é alta, sabemos.. Estamos vivendo uma onda conservadora em pleno século XXI. O ano é 2019 e a prioridade do nosso atual governo é, nada mais nada menos, que ferir a laicidade do Estado, violar o direito de imagem de menores de idade e, de quebra, inserir slogan de campanha eleitoral em comunicado oficial a ser lido por funcionários públicos em exercício de sua função. É normal que estejamos preparados para o preconceito e preparemos também nossos filhos, mas,


Conversar abertamente sobre o assunto e fazer com que ele não seja um tabu - ao menos dentro de casa - vai fazer com que as crianças tenham argumentos sadios e inteligentes para discutir, se isso for preciso,

uma situação que para ela vai acabar sendo comum. Assim como Glória, é normal que muitas mulheres tomem a decisão de “esconder” de seus filhos a sua orientação/condição sexual, mas, a partir do momento que entendemos todas as formas de amor como válidas, não há porque criminalizar umas e outras não. A verdade liberta!

Outra maneira de deixar as crianças seguras em relação a relacionamentos não heteronormativos de suas mães é mostrar que, se preciso for, vamos sim acionar os meios institucionais. A escola é um dos aparelhos do Estado e, como sabemos, vai funcionar como ele. Não preciso relembrar da onda conservadora para dizer que ultimamente - mais ou menos nos últimos 500 anos - o Estado anda falhando com as pessoas negras e se esta pessoa, além de negra, for LGBT aí, meu amigo, as falhas são elevadas à décima potência. Mas, ainda assim, é preciso institucionalizar as nossas queixas na mesma medida em que o Estado institucionaliza o racismo e a LGBTfobia. O que quero dizer com isso? Estas mães devem buscar a responsabilidade de ambientes como a escola, por exemplo, em assegurar que aquela criança será tratada da mesma maneira que as outras com outros modelos de famílias. Aliás, isso vale para todos os modelos familiares que, como já dito, fogem do padrão heteronormativo. A escola tem o dever de ser um ambiente plural e seguro para que as diversidades possam conviver em harmonia. Nós não somos todos iguais e, por isso, vamos respeitar a cada um dentro da sua diferença.

Em tempos de governos autoritários, falas racistas e LGBTfóbicas institucionalizadas, perdas de direitos e retrocessos, é preciso que nós tenhamos consciência do nosso espaço, mas resistamos com inteligência, especialmente inteligência emocional. Não dá para fazer como os franceses, incendiar meia dúzia de carros e reclamar dos nossos direitos. A nossa história mostra que esse não é mais nosso perfil. No entanto, é possível que nós, que somos mães e amamos outras mulheres, cuidemos para que a geração dos nossos filhos possa não só cantar, mas entender que agora a namorada tem namorada, filho, liberdade e que deverão ser consideradas justas, de verdade, todas as formas de amor.



terça-feira, 29 de janeiro de 2019

NÃO SENTIR MEDO DE AMAR É UM PRIVILÉGIO

janeiro 29, 2019 0
Amar sem medo é um privilégio
A vida às vezes nos coloca para pensar nos nossos "privilégios".

Já falamos sobre isto aqui. Numa sociedade que é machista e racista, é impossível dizer que uma mulher preta e bissexual tem algum privilégio. Mas, então vamos falar de acessos.

A não-monossexualidade não é a situação mais confortável. A sociedade é homofóbica, os desconstruídos buscam lidar com a não-heterossexualidade de uma maneira mais suave, mas, ainda pecam quando a caixinha abre para uma sexualidade que abarca ambos os gêneros. Ainda estamos caminhando na intenção de fazer as pessoas entenderem isso.

Mas, os desconstruídos nem sempre estão dentro da nossa casa. Ou, se estão, somem quando a não-heterossexualidade bate à porta com um familiar. E essa é uma reflexão que se torna inevitável quando você pára para pensar: "Opa, eu vou apresentar uma namoradinha em casa!"

Os números de mortes por homofobia crescem a cada dia, no Brasil: no ano de 2018 foram registradas 419 mortes de pessoas LGBT tendo a LGBTfobia como motivação. A fonte é o site Quem a homofobia matou hoje?, que apresentou um ranking realizado pelo GGB - Grupo Gay da Bahia. Minas Gerais ocupa o 20º lugar entre os 27 estados brasileiros, contabilizando 27 mortes no ano de 2018. Para além das mortes registradas, os casos de violência aumentam todos os dias. A eleição de um governo fascista, pautado em preconceito e ódio deixou às claras muitos dos eleitores que, motivados pela cólera, votaram neste governo. A consequência dessa onda de retrocessos não é obviamente o próprio presidente eleito ou o exército entrando nas casas e matando pessoas LGBT - como gostam de repetir, em tom debochado, seus eleitores - mas, significa que a institucionalização do preconceito e do ódio tornam o Brasil um país "seguro para ser homofóbico".

A não-monossexualidade nos deixa mais próximos de entender as sutilezas da lesbofobia. Isto é, experimentar os dois lados do tratamento social nos faz enxergar com uma nitidez  absurda o tratamento que é dispensado a duas mulheres que se amam. As pessoas não se incomodam com casais heterossexuais e isso é fato. Shoppings, cinemas, shows ou no dia-a-dia na rua NINGUÉM SE INCOMODA e isso eu posso dizer de cadeira.

E a coisa muda de figura quando uma mulher decide namorar uma mulher. Muda muito.

E é nessa mudança de figura que reconhecemos o privilégio que significa poder se relacionar em paz, sem brigas, guerras, agressões ou maus tratos. Você, pessoa heterossexual NUNCA vai ter dúvidas se a sua família vai ou não aceitar a pessoa que você escolheu para estar do seu lado - exceto se você tiver um família racista, classista ou escrota de alguma maneira, mas, isto é assunto para outro texto. Registradas estas exceções, os demais casos não tem o que temer. Mas, você já parou para pensar que casais LGBT têm, por princípio, esse medo?

Logo, não sentir esse medo é um privilégio.

sábado, 22 de dezembro de 2018

sábado, 15 de dezembro de 2018

CINCO MOMENTOS EM QUE FEMINISTAS BRANCAS FORAM TÓXICAS AO MOVIMENTO DE MULHERES NEGRAS

dezembro 15, 2018 4
A Brazilian family in Rio de Janeiro by Jean-Baptiste Debret 1839
"Vocês querem separar o movimento...", "Estamos todas sob a mesma opressão...", "Eu acho que você não entendeu direito o que eu quis dizer...”
Essas e outras frases são comuns nas falas de mulheres feministas que, embora acreditem estar em defesa de todas as mulheres, ainda tem seu julgamento e atitudes formados por estereótipos racistas, mas é como diz aquele velho ditado: de boas intenções o inferno está cheio!

1 – ELA É QUASE DA FAMÍLIA...

A relação das mulheres brancas – e ricas – com o serviço doméstico é algo que antropologia precisa urgentemente estudar. Em African Woman - A Political Economy, da autora Meredeth Turshen, publicado em 2010, a autora discute como a liberdade das mulheres brancas de classe média levou as mulheres negras das classes mais baixas africanas à outra opressão, a de estarem relegadas a executar as tarefas dentro do lar para aquelas mulheres que alcançaram a sua “liberdade profissional”. Embora esteja clara a intenção de escrever isso, acho interessante explicar que: isso não é sobre querer que as mulheres brancas não saiam de casa e conquistem seus empregos, é sobre dizer que elas precisam logo entender que a liberdade construída em cima da opressão de mulheres negras não contempla as mulheres negras.

2 – ABAIXO O PATRIARCADO OS HOMENS DO MUNDO!

Aqui concordamos em um ponto, a estrutura da sociedade patriarcal não é positiva para nós, mulheres. Isto é um fato. O machismo, que não é o contrário do feminismo, não é positivo e não nos contempla, nos mata, nos fere e nos violenta todos os dias. Nós, mulheres negras, somos provas físicas e numéricas de que o machismo mata. Nos últimos 15 anos, segundo o mapa da violência divulgado em 2016, o número de mortes violentas das mulheres brancas caiu pouco mais de nove por cento, enquanto o assassinato de mulheres negras subiu mais de 50%, então, nós precisamos sim gritar contra o sistema que está posto. Por outro lado, há uma dificuldade de compreender as mulheres negras que ao mesmo tempo que lutam contra o machismo também lutam pelos homens negros. A população carcerária do Brasil cresceu mais de 600% nos últimos 10 anos, em especial após a nova lei “antidrogas” que criminaliza o pequeno comércio e os homens negros são a maioria nas prisões - a autora Juliana Borges discutiu em seu livro O que é encarceramento em massa? (2018) o aumento exponencial da população carcerária e vale a pena a leitura. Estes homens são nossos filhos, irmãos, amigos, companheiros, netos, sobrinhos e somos nós, mulheres negras, muitas vezes a única esperança de alguém lutando por seus direitos aqui fora. Portanto, quando você feminista branca acredita que o problema está unica e exclusivamente nos homens, nós temos muito ainda para lhe mostrar.

Mãe Preta (lLucílio de Albuquerque), tela, c. 1917, Museu de Arte da Bahia

3 – A NUDEZ EMPODERADORA QUE NEM SEMPRE NOS CONTEMPLA

É importante saber que cada uma faz do seu corpo o que quiser, mas, um resgate histórico breve do lugar do corpo da mulher negra em nossa sociedade mostra muito bem onde a nossa nudez foi colocada. O corpo negro, tanto homens quanto mulheres, é historicamente hipersexualizado e, como disse Elza Soares, “A carne mais barata do mercado é a carne negra...”. Esse lugar de peça exposta já foi dado as mulheres negras desde o nosso primeiro sequestro, os estupros praticados pelos senhores ou mesmo os castigos impostos pelas sinhás quando as mulheres negras “seduziam” seus maridos – lê-se, eram estupradas por eles – tudo isso é reflexo da forma como nosso corpo é apresentado e, ainda assim, há várias críticas do feminismo branco à episódios como no caso em que foi – finalmente – vestida a “Globeleza”. Este corpo besuntado de óleo e exposto nu não é mesmo a representatividade que estamos buscando e vestir o símbolo nacional da “mulata do samba” para nós é uma pequena vitória.

4 – OS ESTEREÓTIPOS DE FEMINILIDADE

Ao mesmo tempo que comemoramos o progressivo fim da Globeleza nós ficamos felizes quando mulheres negras vencem o concurso de Miss Brasil. Aí a feminista branca se pergunta, 
“MaS cOmO aSsIm?”.
Então, minhas caras, lhes explico: O lugar de carne barata, da mulher “não mulher”, daquela que tem que lutar para ter sua humanidade e feminilidade reconhecidas sempre foi das mulheres negras. Entendemos que o machismo coloca as mulheres – todas as mulheres – em lugar de inferior ao homem, mas, no caso das mulheres brancas ambos continuam sendo humanos e de nós foi tirada inclusive a humanidade. Angela Davis discute em seu livro Mulheres, classe e raça (2016), como as mulheres negras foram, junto com os homens negros, retiradas da categoria de humanas. O discurso de Sojourner Truth no século XIX (1851) é um grito por existência, humanidade e, porque não, feminilidade. Por isto, entendam, lutar contra os estereótipos de gênero ligados as mulheres brancas – princesinha, sensível, aquela que necessita de cuidados – não é uma pauta que historicamente seja das mulheres negras, afinal, não sou eu uma mulher? Pois bem, ter a nossa humanidade e feminilidade reconhecidas também pode ser então positivo neste sentido. O mesmo sobre as flores do dia da mulher, como disse anteriormente, nós somos a prova física e numérica da violência contra mulher e flores definitivamente não eliminam as nossas mortes, mas, queremos as flores também, queremos a humanidade também.

5 – PORQUE RADFEM NEM É GENTE!

Ah, os memes, estes que se expressam melhor do que eu jamais poderia!
O feminismo radical, que certamente deve ter coisas mais interessantes do que esta parte que menciono, é um bom exemplo de como o feminismo branco – e entendo que podem haver mulheres negras nesse movimento, fazer o quê?! – ainda precisa entender muito sobre recortes. O Brasil é o terceiro país mais perigoso para uma pessoa trans ou travesti, o país que mais mata e mais consome pornografia do gênero, ao mesmo tempo e ainda assim é possível encontrar discursos contra a população transexual dentro desta vertente do feminismo. Se cruzamos os dados teremos então a cor das pessoas trans que mais sofrem. E o mais curioso nisso tudo é que, a raiz do movimento do feminismo radical, veio exatamente da necessidade de acolher os homens trans, bizarro, não?
As mulheres transexuais são diariamente empurradas para a prostituição por motivos óbvios, o racismo é mais um ingrediente da criminalização destes corpos e para completar conseguimos encontrar um movimento feminista que – certamente, entre outras pautas relevantes – se dedica a discriminar estas mulheres. A pergunta que não quer calar é: precisa mesmo?
Toda a problemática de performar gênero e feminilidade já foi respondida no tópico anterior deste texto, se não entendeu, basta voltar um ponto.


Por fim...

Precisamos entender que dizer tudo isto não é uma conclusão de que a vida das mulheres brancas está ótima, um conto de fadas, acabou machismo, nada disto! Mas, reconhecer as diferenças é o primeiro passo para solucioná-las, apagar as diferenças que a raça provoca dentro do gênero e fazer com que estas divergências não sejam discutidas é a maneira mais eficiente de fazê-las permanecer. Só poderemos considerar o feminismo uma luta de todas, quando todas estas pautas  forem discutidas e antes de mencionar que o feminismo não é "mãe" para "resolver todas as opressões", eu te pergunto, "E não sou eu uma mulher?".

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

PRÊMIO LÊDA MARIA MARTINS - SEGUNDA EDIÇÃO

dezembro 11, 2018 0
Equipe do Prêmio, Leda Maria Martins
O Prêmio Leda Maria Martins celebra as produções negras de teatro, dança e performance de Belo Horizonte, de todos os tempos.

Para a segunda edição, a novidade da premiação é a relação da Arte e a Educação. A equipe da premiação é formada por homens e mulheres que, além de artistas, são pesquisadores em Educação na Universidade Federal de Minas Gerais (FaE/UFMG). 

Luciana Matias, Evandro Nunes, Eneida Baraúna, Rikelle Ribeiro, Ana Martins, Denilson Tourinho, Letícia Souza e Guilherme Diniz, compõe a equipe que coordena a premiação este ano.

A premiação acontece no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:00. O evento será realizado no Auditório Paulo Camillo – Rua Bernardo Guimarães, 1600, no bairro de Lourdes.

A entrada gratuita, então não tem desculpa para não prestigiar a nossa cultura, não é mesmo? Mas, fiquem atentos, a capacidade de público será reduzida e o espaço sujeito à lotação.

Mais informações através do e-mail: premioledamariamartins@gmail.com.

domingo, 9 de dezembro de 2018

DESODALINA E MONALIZ - SUPLEMENTOS ALIMENTARES PARA EMAGRECIMENTO

dezembro 09, 2018 0
Com a correria do dia a dia e a idade chegando, além de melhorar a alimentação e fazer exercícios, a gente precisa de uma ajudinha extra - sob orientação médica/profissional, claro! É neste sentido que aparecem a Desodalina* e o Monaliz**.

Desodalina e Monaliz - Suplementos alimentares para emagrecimento
Ambos os medicamentos dispensam a necessidade de receita para a compra, o que não quer dizer que você possa utilizá-los sem a supervisão médica (nutricionista ou educador físico, por exemplo). Além disto, a Desodalina e o Monaliz não são indicados para gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças Gestantes, nutrizes e crianças de até 3 (três) anos (por motivos óbvios, ? Quem vai dar suplemento alimentar de adulto à uma criança?).

Ambos são considerados complementares na busca pela perca de peso, andam ali de mãozinhas dadas com uma alimentação saudável, uma rotina de exercícios e acompanhamento médico. Então, porque não testar mais este aliado?

As duas caixinhas chegaram aqui em casa esta semana e, depois de uma boa pesagem incluirei estas gracinhas a minha rotina. 

A ideia destes dois é aumentar a sensação de saciedade ou em bom português, inibir o apetite, por isto a necessidade de uma alimentação saudável, afinal, você vai reduzir a quantidade de alimentos que ingere e esta troca deve ser compensada pela qualidade.

Desodalina e Monaliz - Suplementos alimentares para emagrecimento
A sugestão de uso do fabricante para o Monaliz é de um comprimido diário, junto a principal refeição. Já para a Desodalina a recomendação é de duas a quatro capsulas por dia, acompanhadas de no mínimo dois copos d'água, trinta minutos antes do almoço. Uma informação importante é que, para aos alérgicos a frutos do mar a Desodalina não é recomendada, pois contém dericados de peixes e crustáceos.

*Desodalina - suplemento alimentar Sanibras. 30 comprimidos.
**Monaliz - suplemento alimentar Sanibras. 60 cápsulas.

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